domingo, 23 de junho de 2013

História de Paranaguá - O berço da civilização paranaense

HISTÓRIA DE PARANAGUÁ. 
 - O berço da civilização paranaense.


PARANAGUÁ
O berço da civilização do Estado do Paraná
"Mãe do Paraná"
"O grande mar redondo"


História de Paranaguá
Quadro pintado pelo artista plástico 
Prof. Rafael Lopes Silva.
 Momento histórico em que Gabriel de Lara faz a leitura de elevação o povoado à categoria de Vila de Nossa
Senhora do Rosário de Paranaguá, 29 de julho de 1648. 

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Paranaguá é um município localizado na Microrregião de Paranaguá, na Mesorregião Metropolitana de Curitiba, no estado do Paraná, no Brasil. É a cidade mais antiga do estado. Segundo a estimativa de população realizada em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, possui 142.452 habitantes, sendo a décima mais populosa cidade do Paraná e a 31ª mais populosa da Região Sul do Brasil. Detém um produto interno bruto de R$7.107.175,00 (2008), que é o quinto maior do estado. Seu porto é sua principal atividade econômica.



Bondinho em Paranaguá, em 1938. 
Rua General Carneiro.
- Rua da Praia - Largo Acioli Filho.













 







Cidade histórica e turística fundada na primeira metade do século 

XVII, têm, como sua principal atividade econômica, a de porto 

escoador da produção do Paraná, interligando o estado às demais 
regiões do país e do exterior. A construção de suas docas data de 
1934, quando passou a figurar entre os principais portos do Brasil, 
com a denominação de Porto Dom Pedro II. Testemunha de 
mais de 400 anos de história, guarda, ainda, vestígios da época da 
colonização portuguesa em seus casarios de fachada azulejada, 
em suas ladeiras de pedra e em suas igrejas. 

O município foi criado através da Lei 5, de 29 de julho de 1648, e 

instalado na mesma data, tendo sido desmembrado do estado de São 

Paulo. 

Os habitantes naturais do município de Paranaguá são denominados 
parnanguaras. 

Está localizado a uma distância de 91 km da capital do estado, 

Curitiba.

























Características geográficas


Área:  826,652 km² (BR: 1661º)
População: 142.452 hab. (PR: 10º) - Estimativa IBGE/2011
Densidade: 172,32 hab./km² Altitude: 5 m
Clima: subtropical-Cfa, verão úmido 
Distância até a capital:  91 km
Fundação : 29 de Julho de 1648
Bandeira de Paranaguá

Brasão de Paranaguá
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HINO DE PARANAGUÁ

Música de João Gomes Raposo.
Letra de Domingos Virgílio do Nascimento.


Aos nossos mares vieram dantes,

Altivas naus, velas possantes,

Inflando à brisa de monção...

E, a voz dos lusos pioneiros,

O Itiberê viu os primeiros

Sinais de civilização.


Côro
Salve! Salve! Berço amado
Do Paraná sempre êxul!
Pórtico todo encantado
Aos sertanejos do Sul!

Hulhas éreis de cataratas,
Onde rebrilham tantas pratas!
Terras verdes dos pinheirais!
Talvez não fosseis Paraná
Sem lusas quilhas vindo cá,
Em busca de ouro e de cristais...

Côro
Salve! Salve! Berço amado
Do Paraná sempre êxul!
Pórtico todo encantado
Aos sertanejos do Sul!

Sejamos pela liberdade
Ao lado da fraternidade,
Em fortes elos da união,
Que o nosso orgulho e a nossa glória
Têm uma página da história
Do Paraná e da Nação!

Côro
Salve! Salve! Berço amado
Do Paraná sempre êxul!
Pórtico todo encantado
Aos sertanejos do Sul!

Seja a grandeza nosso Norte
A paz e o amor - numa coorte
De bênçãos sempre a nos sorrir
E à luz da estrela do civismo
Entre canções de patriotismo
Eia! Marchemos ao porvir!

Côro
Salve! Salve! Berço amado
Do Paraná sempre êxul!
Pórtico todo encantado
Aos sertanejos do Sul!

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Baía - Pernaguá, Parnaguá, Paranaguá.

Grande Mar Redondo, na língua tupi-guarani. Era assim que os índios denominavam a formosa baía - Pernaguá, Parnaguá, Paranaguá. 
O povoamento do litoral do Paraná começou por volta de 1550, na ilha da Cotinga, servindo mais de ponto referencial no processo de investigação e buscas auríferas.
Duas décadas depois, os pioneiros, à frente Domingos Peneda, natural de São Paulo, temido e conhecido como “Régulo e Matador”, considerado o fundador da povoação, conquistaram a margem esquerda do rio Taguaré (Itiberê) habitado pelo indígena Carijó.
Atraídos pelas notícias da existência de ouro que se presumia existir nas chamadas terras de Sant' Ana, ao sul da Capitania de São Vicente, vicentinos e cananeenses intensificaram a navegação em busca de riquezas que o território talvez pudesse oferecer.


Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres

Nos anos de 1550, através de Ararapira e Superagüi, penetrando e navegando a vasta e bela baía de Paranaguá, as canoas vicentinas aportaram na ilha da Cotinga, próxima do continente. Admirados de ver em derredor muitas habitações de índios carijó, e receosos talvez de que lhe fizessem alguma traição, foram em direitura da ilha da Cotinga, para o lado do furado que a divide da ilha Rasa, onde principiaram as suas habitações.






Primeira povoação foi na ilha da Cotinga, depois mudaram para o lugar da ribanceira onde ora está, talvez porque achassem o terreno mais apropriado para formarem a povoação, ser arenoso, ter uma formosa planície onde acharam uma fonte de água nativa e oferecendo o rio Taguaré um seguro fundeadouro, abrigado dos ventos e dos piratas em suas baías.
Os cotinganos exploraram recôncavos, rios e sertões que circundam a baía, descobrindo, finalmente, ouro de lavagem nos vários rios que depois se chamaram rio dos Almeidas, rio dos Correias, rio Guaraguaçu, ficando conhecidas como minas de Paranaguá.
As boas relações de amizades e de escambo com os carijós provocaram o processo de povoamento de ilhas, desembocaduras de rios, recôncavos. 
GOST do Corpo de Bombeiros resgata adolescentes que estavam desaparecidos na Serra do MarGOST do Corpo de Bombeiros resgata adolescentes que estavam desaparecidos na Serra do Mar.
A notícia do aparecimento de ouro correu logo, além das barras. Outros faiscadores, procuraram, sem demora, a região, reunindo-se aos grupos que labutavam com bateias.
Desde 1554 já os santistas entretinham seu comércio marítimo com porto de Paranaguá, levando resgates de ferramentas, anzóis e fazendas que permutavam por algodão que os índios Carijó plantavam e colhiam e do Rio de Janeiro haveria também algum comércio.
De 1549 a 1556, os valorosos missionários jesuítas já haviam percorrido os ínvios sertões de Iguape, Cananéia e Paranaguá, até os planaltos da Serra do Mar. O martírio e a morte dos jesuítas Pedro Correia e do companheiro de missão deu-se em 1556, nas fraldas da mesma Serra do Mar quando eles voltavam do perigoso sertão dos Carijó.



Portugal e suas colônias passam para o domínio espanhol e Pernaguá aparece nos mapas como Baya de la Corona de Castilha - um lugar meio perdido entre o Rio de Janeiro e o Rio da Prata. A povoação cresce, instala sua Câmara Municipal, vira vila com pelourinho e escrivão juramentado. Em 1640, chegou o Capitão Provedor Gabriel de Lara, e a fidalga família com investidura de governo militar.
Já em 1646 mandou erigir o Pelourinho, símbolo de poder e justiça de El-Rei. Após dois anos, a povoação tornou-se Vila, chamando-se Vila de Nossa Senhora do Rocio de Paranaguá. Morrem os Felipes de Espanha, os portugueses retomam a coroa e lá por 1648 os faiscadores vão entrando pela baía, arrancando ouro, e enchendo as burras de Dom João IV.

















Em 1660 tornou-se Capitania, passando à condição de Cidade em 05 de fevereiro de 1842. De lá para cá, vai expandindo seu casario pelas margens do rio Itiberê e tecendo com os fios de ouro da lenda e da História o seu destino de berço da civilização paranaense.
Ao ser criada a Província do Paraná, também se criou a Capitania dos Portos do Paraná, que passou a funcionar em 13 de fevereiro de 1854. 
Fato marcante para Paranaguá foi a visita de D. Pedro II, em 1880, para o lançamento da pedra fundamental do edifício da Estação Ferroviária.





















A estrada de ferro foi tão rapidamente construída que já em 02 de fevereiro de 1885 era inaugurada e até hoje é motivo de grande orgulho na engenharia nacional.
Em 1935 Paranaguá ganhou o porto Dom Pedro II, que mudou o perfil econômico da região, sendo considerado o segundo maior em volume de exportações e o primeiro da América Latina em movimentação de grãos. Conhecer Paranaguá é perceber nas paredes do casario colonial o testemunho de nossa história.
Experimentar Paranaguá é visitar a Ilha da Cotinga, a fortaleza da Ilha do Mel, a Catedral, o Colégio dos Jesuítas, a Fontinha onde, bem antes dos brancos, o povo carijó ia matar sua sede. É percorrer suas ruas, ver o rio e o mar de vários matizes, árvores, igrejas, museus, prédios e monumentos.
Com um pouco de sorte, pode até dançar um fandango e provar do barreado e do pirão de peixe, jóias da culinária do local. Mas o bom mesmo é sair sem destino, inventando Paranaguá passo a passo. Mil Surpresas aguardam o visitante. Afinal fazem quase quatrocentos anos que Paranaguá se enfeita para receber você.



Aquário Marinho


Depois de anunciado pelo secretário estadual de Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, na Escola de Governo, o Aquário Marinho de Paranaguá já está se tornando realidade. A obra começou a ser executada na Praça 29 de Julho, região do Mercado Municipal, local definido para a construção e que foi também aprovado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional). 














O Aquário Marinho de Paranaguá custará R$ 5 milhões, que serão pagos pela empresa Cattalini, como medida compensatório por conta do acidente envolvendo o navio chileno Vicuña, em 2004. Com o empreendimento, a indústria turística no litoral do Paraná será mais consolidada, já que a expectativa é que com o aquário cerca de 600 mil turistas visitem a cidade ao ano. Segundo o prefeito José Baka Filho, “é mais qualidade de vida, emprego e riqueza para os parnanguaras e litorâneos”. Na Escola de Governo, ele afirmou que o berço da civilização paranaense, o município de Paranaguá, está mudando para melhor.














O Aquário terá 2.200 metros quadrados de área construída, num terreno doado pela Prefeitura de Paranaguá com cerca de 8 mil metros quadrados. Serão três pavimentos com oceanário, aquário, biblioteca, loja, cafeteria, mini auditório,mirante, acessibilidade especial, jardim educativo/interativo. 
Abrigará uma imensa variedade de espécies de peixes nativos do litoral paranaense, como Badejo, Garoupa, Robalo, Boto e uma imensa diversidade de crustáceos. “Mesmo tendo sido julgada inocente pelo acidente, a empresa Catallini resolveu fazer este investimento que terá um retorno turístico, científico e ambiental extraordinário para o município de Paranaguá”, disse o secretário, Rasca Rodrigues. Cidades como Ubatuba, Santos e Guarujá que já possuem aquários marinhos há mais de 30 anos, recebem, em média, 600 mil visitantes por ano. O diretor superintendente da Catallini, Cláudio Fernando Daudt, destacou que a obra, além de tudo, irá gerar emprego para a população. 
“Esse esforço da nossa empresa, juntamente com a Secretaria do Meio Ambiente, trará benefícios diretos para a população local, uma vez que irá aumentar as oportunidades de investimentos e a geração de empregos com turismo. É um grande projeto e o reconhecimento da nossa cidade”, disse Cláudio. 
A expectativa é que a obra seja concluída em julho de 2010.


Palácios em Paranaguá















Palácio Visconde de Nácar.
O prédio foi construído por volta de 1840 e ficou para sempre marcado como símbolo de uma época de aristocracia e nobreza local. Com características neoclássicas, era a sede do Governo da Província do Paraná.
O seu proprietário, Comendador Manoel Antônio Guimarães, mais tarde Barão e Visconde de Nácar, tinha a pretensão de tornar-se o primeiro governador da Província por ser Paranaguá, na época cidade mais importante que a escolhida Curitiba, mas acabou tendo sua expectativa frustrada. 

















Palácio Mathias Böhn
Construído no final do século XVIII, o local teve sua fachada reformada no estilo historicista, no final do século XIX, para se tornar Palácio Mathias Böhn, rico comerciante alemão, que se estabeleceu em Paranaguá.
O Palacete Barbosa era comércio forte da Rua da Praia. Foi ocupado pela antiga Agência de Rendas, atualmente abriga a estação Náutica e posto de informações turísticas.



Cine Teatro

A Casa Veiga foi de propriedade particular por mais de um século. 
Nela viveu a família Veiga até os anos 70. Foi construída com pedras de um forte que tinha naquela região, as mesmas pedras também foram utilizadas para fazer a Igreja do Bom Jesus, destruída em 1938.
O imóvel foi comprado pela prefeitura há mais ou menos 4 anos atrás, atualmente o local passa por reformas e será o Cine Teatro. O local conta com 530 lugares, sediará cursos de teatro e exibição de filmes populares e culturais semanalmente.



Estação Ferroviária

É o ponto inicial da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba. Obra iniciada no dia 05 de junho de 1880, na presença de imperador D. Pedro II e da Imperatriz do Brasil.
Foi inaugurada em 1885, pela Princesa Isabel. Reconhecidamente uma das maiores obras de engenharia ferroviária do mundo. Em seu trajeto para vencer a Serra do Mar e chegar ao planalto serpenteia abismos e penhascos inimagináveis.
Foi concluída por Teixeira Soares, jovem engenheiro brasileiro, com apenas 33 anos de idade, depois que seu construtor, Giusepe Ferrucini, desistiu da obra no Km 45, julgando-a impossível de ser construída.


Mercados

Mercado do Artesanato
Construção em estilo neo-renascentista, era o antigo mercado de peixes da cidade e servia à comunidade dos pescadores que ali vinham comercializar os seus pescados. Funcionava sempre de madrugada e ao anoitecer. Foi recuperado para servir como ponto de venda do artesanato típico da região. Localiza-se na Rua General Carneiro ou Rua da Praia – Centro Histórico.


Mercado Municipal Brasílio Abud
Inaugurado em 1982, seu nome homenageia antigo Prefeito de Paranaguá. 
Ocupa uma área de 2150 m2, possuindo boxes para venda de pescados, além de salas para administração. Está localizado na Rua da Praia.
















Mercado Municipal do Café
Iniciou-se a construção no governo de Afonso Camargo e concluído no governo Caetano Munhoz da Rocha. Um misto de art-nouveau com classicismo, todo em ferro fundido trabalhado em arco e rendilhados. 
Contemporâneo do Mercado do Artesanato (antigo mercado de peixes), abriga hoje um centro gastronômico de frutos do mar e comida típica do litoral. Acredita-se que tenha sido edificado no largo onde outrora fora o logradouro em que estava instalado o pelourinho, símbolo do poder Real na cidade desde a sua fundação em 29 de julho de 1648. Localiza-se na Rua General Carneiro ou Rua da Praia – Centro Histórico.




Monumentos Históricos

Casa Elfrida Lobo
Construída no final do século passado, serviu de residência a uma das mais tradicionais famílias parnanguaras.Retrata a majestosa arquitetura de sua época, através da beleza de sua fachada, suas portas-janela em arco, seus balcões ornados de belos gradis de ferro gusa e seu primoroso jardim.
Nela viveu Dona Elfrida Lobo, conhecida como “Dona Elfridinha”, professora de francês de várias gerações. Foi uma das damas mais tradicionais e ativas da cidade. Em justa homenagem, a casa leva seu nome. Atualmente, hoje é sede do Centro de Letras, Coral Asa Branca, Associação Parnanguara de artes Visuais (APAV), Associação dos Artistas de Teatro, Centro de Valorização a Vida (CVV) e Alcoólatras Anônimos (AA).  O prédio foi devidamente restaurada em dezembro de 2006, por profissionais que participaram do programa Monumenta. 

















Casa Cecy
Considerada como marco da colonização árabe em Paranaguá, foi construída por por Musse Cecy e Esse Mattar Cecy, para servir de moradia e de comércio. Ali foi instalada a "Padaria Cecy" que funcionou até o início da década de 60.
Hoje a "Casa Cecy" pertence ao Patrimônio Histórico, adquirido pela Prefeitura Municipal de Paranaguá, foi restaurada para eventos culturais da Cidade de Paranaguá e hoje abriga a Fundação de Cultura "Nelson de Freitas Barbosa".

















Casa Monsenhor Celso 
(Casa da Cultura)
Acredita-se que as duas casas tenham sido construídas em épocas diferentes pela mesma família, cujo patriarca, João Manuel da Cunha, acrescentou “Itiberê” ao nome de seus filhos em função da paixão que tinha por Paranaguá.
Na casa da Cultura nasceu Celso Itiberê da Cunha, sacerdote piedoso, de caráter brando e humilde, foi amigo sincero de todos e devotado da caridade.
Sempre abriu mão de cargos importantes para ficar próximo de sua família. Na mesma casa nasceu outro ilustre parnanguara, Brasílio Itiberê da Cunha, diplomata do Império, foi embaixador do Brasil em vários países, inclusive na Áustria. Foi contemporâneo de Franz Lizt e Carlos Gomes. Este músico, poeta e compositor, tem em seu currículo, entre outras obras, “Rapsódias Brasileiras”, “Nocturne” e “Sertaneja”.




Casa do Homem do Mar 
(Antiga Alfândega)
Prédio da antiga Alfândega de Paranaguá construído no final do antigo Boulevard Serzedelo, hoje avenida Coronel José Lobo. Pedra fundamental lançada em 1903 e inaugurado em 28 de outubro de 1911.
Desativada a Alfândega em 1975. O prédio hoje, restaurado e reformado é a Casa do Homem do mar , com projeto futuro de sediar o Museu do Homem do Mar.
A maior movimentação do porto graças ao comércio exportador de erva-mate, trouxe a necessidade de se criar em Paranaguá a Alfândega, o que se deu em 18 de junho de 1827, criada pela Junta da Fazenda da Província de São Paulo. Antes, a Alfândega, principal repartição pública do Império, ocupou as instalações do antigo Colégio dos Jesuítas.

















Instituto de Educação Dr. Caetano Munhoz da Rocha.
A bela edificação conserva em seu interior um altar em estilo barroco, construído no primeiro quarto do século passado. Possui as mesmas características do Instituto de Educação em Curitiba e, que pertenceu ao Dr. Caetano, quando morava em Paranaguá.



Igrejas de Paranaguá








































Igreja de São Benedito
Foi a primeira igreja construída no sul do Brasil por escravos negros devotos de São Benedito, acredita-se que por volta de 1600 a 1650. 
Padroeira da Irmandade de São Benedito, santo negro que os escravos chamavam de o “Glorioso São Benedito”.
Construída para a encomendação dos corpos dos negros mortos, para missas, casamentos e também batizados dos cativos, que não podiam freqüentar a igreja dos brancos. Até hoje é preservada, porém já foi reformada várias vezes.
A festa em homenagem a São Benedito ocorre sempre entre final de dezembro e início de janeiro. Alguns historiadores sustentam que a igreja foi construída, na verdade, em 1784. De qualquer forma é construção histórica, memorável na colonização do sul do Brasil. Trata-se de uma das melhores e mais autênticas edificações do estilo colonial brasileiro em solo paranaense.
Tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1962 e pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1967. Possui em seu interior, magnífico acervo sacro que também foram tombados. Localiza-se na Rua Conselheiro Sinimbú no Centro Histórico. 



Igreja de Nossa Senhora das Mercês 
(Ilha da Cotinga)
Localizada na Ilha da Cotinga, a capela destinada ao culto de Nossa Senhora das Mercês, foi construída em 1677, sendo demolida em 1699, para se erigir a Igreja de São Benedito no continente. Em 1955 foi pedida a reconstrução da antiga ermida, e em 17 de março do mesmo ano realizou-se uma procissão marítima de retorno da antiga imagem de Nossa Senhora das Mercês esculpida em pedra e vinda de Portugal.
No ano de 1993 a capela foi finalmente reconstruída, sendo sua inauguração no dia 25 de abril. O acesso ao templo é feito através de rústica escada de pedra, formada por aproximadamente 365 degraus, proporcionando uma bela visão da cidade e do mar.



 Igreja Nossa Senhora do Rosário - 1893



Igreja de Nossa Senhora do Rosário

















Igreja de Nossa Senhora do Rosário
A capela, sob a invocação de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, foi edificada em 1578, na época da mineração, por escravos e libertos devotos de Nossa Senhora.
Foi a primeira em solo paranaense e a primeira dedicada a Nossa Senhora do Rosário no Brasil.  É o marco central do povoado e da Vila de Paranaguá, que cresceu ao seu redor. Em 1863, procedeu-se a benção da nova Igreja Matriz, com a provisão do bispado de São Paulo.
Em 1962, passou a Catedral Diocesana, tendo sido tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1967. Está localizada no Largo Monsenhor Celso, no Centro Histórico.
















Teatro da Ordem
Iniciada em 1770 e concluída em 1784, esta obra religiosa do período colonial brasileiro, de arquitetura barroca.  Foi o templo católico da aristocracia imperial parnanguara, toda em pedra e em obras de cantaria, simples nas suas linhas e sem ricas decorações, embora tenha sido freqüentada, no passado, por pessoas abastadas da sociedade parnanguara.
Em 1962 a Igreja foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná, e restaurada para abrigar exposições culturais e artísticas, bem como, apresentações de corais de música sacra e peças e teatrais. Está localizado na Rua XV de Novembro, no Centro Histórico.

No dia 11 de Março de 2009 a Igreja de São Francisco de Chagas, conhecida como Teatro da Ordem, foi entregue à Mitra Diocesana de Paranaguá, voltando a ter funções religiosas. As celebrações serão de segunda a quinta-feira ao meio dia. Aos sábados às 19h30 e aos domingos às 11 horas e às 20 horas.




 Santuário da Padroeira do Paraná


















Santuário da Padroeira do Paraná
O Santuário da Padroeira do Paraná está situado no bairro do Rocio, à margem da baía de Paranaguá. Construído em 1813, foi reformado e adaptado aos novos tempos e recebe durante todo o ano, milhares de fiéis que dão continuidade à devoção de quase três séculos. 
Localiza-se na Praça Luiz Xavier, tradicional logradouro que possuía um chafariz vindo da Inglaterra, composto de ferro e ornamentado com caras de leão.
Desde 1998, a Praça passou por reformas e urbanização. A Praça passou a chamar-se Praça Padre Tomás e o chafariz transferido para a Praça de Eventos 29 de Julho.


















Praça da Fé
Situada no antigo aterro do Rocio, foi construída em 1999, para a manifestação plena da Fé que aproxima o homem do seu Criador. 
Inaugurada em 15 de novembro de 1999, com uma grande missa campal, com representações romeiras de diversos pontos do Brasil, dentro das festividades da Festa do Rocio.




Nossa Senhora do Rocio
Padroeira do Estado do Paraná, a devoção a nossa Senhora do Rocio, tem raízes profundas na vida do povo do litoral do Paraná, pois data dos meados do século XVII, pouco tempo após a elevação de Paranaguá a Vila, em 1648. Segundo relata o historiador Vieira dos Santos, já em 1686 os habitantes da Vila de Paranaguá haviam recorrido aos favores da Virgem do Rocio para que livrasse da terrível peste que assolava o litoral, nessa época. Antes dessa data, sabe-se somente que um pescador chamado Pai Berê achou a imagem que é de Nossa Senhora em estilo barroco. Uma lenda diz que ele retirou a imagem da margem da baía, na rede, enquanto pescava. Outra diz que a encontrou num campo de "rosas loucas", no barranco a beira da baía. Por um tempo a pequenina imagem ficou no oratório na casa de Pai Berê, onde se tornou objeto da devoção dos pescadores, sendo batizada com nome de Nossa Senhora do Rocio.
O seu culto se difundiu, aumentando a fé e a esperança em Nossa Senhora do Rosário do Rocio, atraindo devotos não somente das redondezas, mas de toda a vila. Outra lenda marcada profundamente na fé do povo parnanguara conta que, quando alguns devotos tentaram por diversas vezes levar a imagem para a Igreja da Vila, misteriosamente ela desaparecia retornando como pequena luz pelos caminhos da velha estrada do Rocio para o local de sua original devoção, às margens da baía.  Através dos anos, a devoção cresceu até o milagre que deu fim a peste, em 1886, milagre que se repetiu ao longo dos séculos em inúmeras ocasiões em que a Santa do Rocio atendeu aos seus devotos com curas individuais e coletivas, como nos casos da peste bubônica, em 1901, e da gripe espanhola em 1918.
Há ainda, inúmeros registros de socorro da Virgem do Rocio prestados aos marinheiros em violentas tempestades, tragédias no mar, os quais se tornaram seus devotos e a
homenagearam com procissões e comoventes romarias pelas ruas da cidade, rumo ao santuário. Além desses, registram-se muitos outros milagres ocorridos em diversas cidade do Paraná sob a intercessão da Virgem do Rocio, cujas festa se realiza no dia 15 de novembro. É nesse dia que a Fé atinge o seu ponto mais alto, razão pela qual, Nossa Senhora do Rocio foi consagrada Padroeira do Paraná, pelo Papa Paulo VI, em 1977 indicando a igreja do Rocio como seu Santuário.
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Postado no facebook, pelo amigo Jorge M. Fujita.
AS DUAS VERSÕES SOBRE NOSSA SENHORA DO ROCIO.

A Pesca milagrosa.
Segundo registros históricos, na primeira quinzena do mês de novembro, um pescador de alcunha "Berê" (Pai Berê), ao jogar as redes na Baía de Paranaguá, pescou milagrosamente uma imagem de Nossa Senhora do Rosário, de 35 centímetros. Depois deste feito, nunca mais faltaram peixes nas redes de Berê. Mais tarde ele passou a chamar a "santinha" de Nossa Senhora do Rocio.

A Lenda das Rosas Loucas.
Uma outra versão, menos conhecida, explica o milagroso achado da imagem. Segundo a lenda, na região onde hoje está localizado o majestoso Santuário, existiam grandes touceiras de rosas, que floresciam sempre no mês de novembro. Estas rosas eram chamadas de "loucas" por conta da facilidade com que se despetalavam, mesmo à mais suave brisa vinda do mar. Em uma noite iluminada pela luz da lua, alguns pescadores viram um facho luminoso que, saindo do mar, descrevia uma curva e mergulhava nas moitas das perfumadas rosas. Acreditando que o clarão seria um aviso divino, que indicasse a existência de algum tesouro enterrado, foram averiguar. Lá, ao invés de ouro ou pedras preciosas, encontraram uma pequena imagem de Nossa Senhora do Rosário, que por estar coberta com gotículas de orvalho, deram o nome de "Rocio".

O significado do nome "Rocio".
Segundo Monsenhor Vicente Vítola, o termo Rocio, com a sílaba tônica na letra I, vem do latim Roscivum, que significa orvalho. A palavra orvalho simboliza as constantes e ininterruptas bênçãos e favores, que o povo paranaense recebe continuamente da Virgem Mãe.

O título de Padroeira do Paraná.
Devido aos muitos milagres e graças alcançadas, atribuídas à sua intercessão, a devoção se espalhou em todo o Paraná, e de diversos lugares as multidões faziam romarias à Paranaguá. Assim, no dia 30 de julho de 1977, o Beato Papa Paulo VI, declarou Nossa Senhora do Rocio como a Padroeira do estado do Paraná, ad aeternum, e no dia 20 de julho, o então governador do estado, Jaime Canet, oficializou, civilmente, esta declaração.
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Museus de Paranaguá














Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá.
O prédio é uma importante referência acadêmica e turística, com seu rico acervo composto por mais de 25.000 peças, incluindo as coleções de arqueologia, cultura popular e etnologia indígena, além de vasta documentação textual, sonora e visual.
Tombado em 1938, por ser considerado Patrimônio Artístico e Cultural, é o Antigo Colégio dos Jesuítas, um monumento da arquitetura do século XVIII.
Levou muitos anos para ser construído e sua fundação oficial foi em 1755. 
Destinou-se ao estudo dos filhos dos aristocratas do sul, até os jesuítas serem banidos do reino pelo Marquês de Pombal.
















Museu do Instituto Histórico e Geográfico 
de Paranaguá
O IHGP foi fundado em 1931 e possui em seu importante acervo jornais, porcelanas, armas, moedas, instrumentos de trabalho e peças de mobiliário dos séculos XVII e XVIII, que representam diferentes momentos da nossa história.
Da coleção, destaca-se a imagem de Nossa Senhora das Vitórias e o canhão corsário francês, que naufragou na ponta da Ilha da Cotinga em 1718, encontrado em 1963, por membros da Sociedade Geográfica Brasileira. Está localizado na Rua XV de Novembro ao lado do MAEP, no centro histórico.



Porto Dom Pedro II

























O Porto de Paranaguá é um grande terminal de cereais, considerado o maior porto exportador de grãos do Brasil. Situado no interior da baía de Paranaguá, sua influência estende-se a uma vasta região do Brasil, e é um porto escoador dos Países do Mercosul, Empresas internacionais, etc.

















Foi inaugurado em 1935. Sua existência até os dias de hoje está ligado aos cinco ciclos: ciclo do ouro, da erva-mate, da madeira, do café, e da diversificação, quando seu movimento passou a ser de exportação de milho, soja, farelo, algodão, óleos vegetais, etc. A visitação se faz mediante autorização da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina - APPA.
















O Porto D. Pedro II, principal escoador de grãos e carga em geral do sul do Brasil e do Mercosul, absorve grande parte da mão-de-obra disponível, mas é intenção do prefeito diversificar as atividades desenvolvidas no município, sem esquecer os projetos de responsabilidade exclusiva do poder público, como educação, saúde e ação social.



Porto Dom Pedro II - Visitação do navio de passageiros. 
- Cruzeiro -





Praças de Paranaguá















Praça de Eventos 29 de Julho
Localizada no setor histórico da cidade, este espaço reservado para eventos valoriza o casario e reúne monumentos que contam a história de Paranaguá, como o “Chafariz de Ferro Fundido”, marco da instalação de água na cidade no início do século; o “Obelisco” comemorativo a elevação de Paranaguá à categoria de cidade e o antigo bebedouro para animais, em ferro fundido.





Praça da Fé
Antigo aterro do bairro do Rocio, urbanizado e transformado em espaço religioso para a realização da missa campal em devoção a Nossa Senhora do Rocio.
No dia 15 de novembro, data em que se homenageia a Padroeira do Paraná, recebe milhares de fiéis vindos de todos os cantos do Brasil para agradecer as bênçãos recebidas. O marco, simbolizado pela pedra em destaque na Praça da Fé, reporta ao local onde a imagem foi encontrada e construída a primeira capela.

















Palco Tutóia
Concebido para valorizar e integrar o conjunto paisagístico pela Praça de Eventos 29 de Julho, o museu, o velho casario e o rio Itiberê.
Impressiona pelas suas dimensões e beleza, como se fosse uma embarcação, à vela, atracada na praça.
A propósito, o significado de “TUTÓIA” na linguagem carijó é exatamente “que beleza!”. Foi inaugurado em 29 de Julho de 1999.




Praça Fernando Amaro
Tradicional logradouro público que vem do início do século XIX. 
Denominada Fernando Amaro em homenagem ao destacado poeta e boêmio parnanguara daquele período. O local possui área de solo encharcado, saneada durante o governo Caetano Munhoz da Rocha e transformou-se numa das principais praças da cidade.
Na área central existe um coreto, construído em 1914. Palco de muitas retretas, o local já foi o principal ponto de encontro de jovens parnanguaras. 
Nela acontecem os tradicionais encontros no Café da Praça, sedia feiras culturais aos sábados e é frequentada pela população em geral principalmente pelos aposentados. 


















Praça Rosa Andrade
Neste local, deste o início do século XIX nas noites de luar, os casais de namorados aqui vinham para contemplar a placidez do Rio Itiberê. 
Foi, por muito tempo, reduto romântico da cidade. Mais tarde, aqui nas margens do Rio Itiberê, instalou-se um guincho mecânico, transformando-se em embarcadouro para cargas de barcos oriundos das ilhas, o que tornou o local conhecido como ‘’Pracinha do Guincho’’. 
Neste trecho do Itiberê, por muitos anos foi celebrada a Semana da Pátria com provas de natação e regatas de equipes de remo do Clube Natação e Regatas Comandante Santa Rita. Este espaço da cidade era o largo Cel. Glicério até ficar definitivamente marcado como ‘’Praça do Guincho’’. Neste local, em 1999, foi inaugurada a Praça Rosa Andrade que abriga o Centro Gastronômico da Juventude. Localiza-se no setor histórico da cidade, é valorizada pelos casarios e monumentos da Rua da praia, que contam a história de Paranaguá.



















Praça Eufrásio Correia (Praça dos Leões)
O nome dessa praça evoca o parnanguara Manoel Eufrásio Correia, formado em Direito no Recife, promotor público, deputado provincial, presidente da Assembléia, além de chefe de polícia de Santa Catarina e, finalmente, presidente da província de Pernambuco.


Palácio Visconde de Nacar


Antigo prédio do Palácio Visconde de Nácar.

HISTÓRICO


Mais que pela opulência e luxo original, o palacete é um referencial da história do Paraná e do Visconde de Nácar como um de seus expoentes. Na primeira metade do século XIX formou-se uma burguesia comercial e industrial paranaense calcada principalmente na produção e exportação da erva mate. Manoel Antônio Guimarães, o Visconde de Nácar, nascido em 1813, foi até seu falecimento em 1893 o senhor do comércio de Paranaguá, a ponto de somente seus negócios serem suficientes para justificar a instalação de uma casa de cobrança de impostos no município. Vários eram os imóveis que possuía em Paranaguá, além de olaria em Barreiros, empresa de transportes marítimos, armazéns no porto e comércio de escravos. Também era colaborador constante da Santa Casa de Misericórdia.  Durante Império, sua influência junto ao Conselheiro Sinimbú foi decisiva para que o Porto do Gato fosse a ligação ferroviária/marítima do Paraná, beneficiando seus negócios e confirmando a hegemonia de Paranaguá frente a outras cidades litorâneas que definharam em suas economias, população poder político liberal. Devido a sua riqueza como também pela grande influência política que possuía na Corte e no Paraná, onde foi líder do partido conservador, levanta-se a hipótese de que seria natural que o Visconde pretendesse o cargo de primeiro presidente da recém emancipada Província do Paraná que até 1853 era ligada a São Paulo. Outro fato e coincidência a se considerar é que apesar de que já era proprietário de vários imóveis de alto padrão para morar, o palacete foi construído exatamente nos anos em que o processo de emancipação ocorria. Nesta época Paranaguá era muito mais populosa e importante política e economicamente que Curitiba. Também existe a questão de que quase todos os estados brasileiros que possuem litoral, tem suas capitais na beira do mar. Então, não é infundada a hipótese de que o Visconde pretendia ser o primeiro Presidente da Província e de que seu palacete foi sido construído com o objetivo de abrigar o governo provincial. Na contínua disputa entre liberais industrialistas e republicanos com os conservadores monarquistas e escravagistas o Visconde ganhou as principais pelejas, exceto pela vitória dos liberais em colocarem Zacharias de Góes e Vasconcelos, um liberal baiano, como primeiro presidente da Província que impôs Curitiba como sua capital.  Apesar de Visconde ter morado no palacete e nele recebido eminentes figuras da Corte que lhe retribuíram com títulos nobiliárquicos, durante a maior parte de sua existência ele abrigou o poder público municipal, primeiramente na condição de alugado e depois adquirido pelo município.
Eis quão bem o projeto servia ao propósito de sede governamental.  

Origem/Fonte: Governo do Estado do Paraná.
Secretaria de Estado da Cultura.
Coordenação do Patrimônio Cultural.










Pesca Esportiva como Atividade Econômica














O Projeto Pesque Vida busca soluções para o problema do extrativismo desregrado e da exploração dos bens naturais através da exploração sustentável e tem como objetivo capacitar os pescadores para atuarem como guias de pesca esportiva, criando assim, uma atividade geradora de sustentabilidade econômica como fonte alternativa de renda e benefícios sociais à comunidade.
O Litoral paranaense e a baía de Paranaguá estão entre os cinco maiores complexos de reprodução de espécies marinhas do mundo, podendo ser considerado a melhor região brasileira para pesca em águas estuarinas.


Pontos turísticos
  • Estação Ferroviária
  • Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba
  • Fonte Velha ou Fontinha
  • Catedral de Paranaguá
  • Monumentos Históricos
  • Museu Narigi Surf do Porto S/A
  • Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá
  • Palácio Visconde de Nácar
  • Casa Elfrida Lobo
  • Palácio Carijó
  • Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá
  • Alfândega da Receita Federal
  • Aquário de Paranaguá
  • Edifício Palácio do Café
  • Igreja de Nossa Senhora do Rocio
  • Igreja da Ordem de São Francisco das Chagas
  • Igreja de São Benedito
  • Praça 29 de julho
  • Solar dos Dacheux
  • Centro do Turismo
  • Mercado do Artesanato
  • Mercado Municipal
  • Palácio Mathias Böhn
  • Casa Cecy
  • Porto Dom Pedro II
  • Praças
  • Rua da praia
  • Mercado Nanto
  • Gigante do Itiberê
  • Palácio do Esdras
  • Aeroparque
  • Farol das Conchas
  • Ilha do Mel
  • Gruta das Encantadas
  • Rua da Praia
  • Palco Tutóia
  • Praça Fernando Amaro
  • Casa Monsenhor Celso (Casa da Cultura)
  • Instituto de Educação Dr. Caetano Munhoz da Rocha
  • Mercado Municipal Brasílio Abud
  • Mercado Municipal do Café





FANDANGO
O fandango é uma dança típica da região de Paranaguá.  Chegou ao Paraná por volta de 1750.  A dança consiste em "bater os pés" no ritmo da música sem perder a harmonia.
Hoje em dia, o fandango voltou a ser exibido em praças da cidade e no antigo Mercado Municipal.









ILHA DO MEL


A Ilha do mel é uma ilha pertencente ao município de Paranaguá. É um dos pontos turísticos mais visitado do Brasil e do mundo.


Ilha do Mel









BARREADO


O barreado é um prato típico do litoral paranaense. Seu preparo consiste em carne de porco, farinha e outros ingredientes.  É feito tradicionalmente em uma panela de barro, onde é cozido por 13 horas.  Acompanha o prato: arroz e banana.




ILHA DOS VALADARES




A Ilha dos Valadares é considerada uma cidade dentro de Paranaguá. 

Isso porque 20% da população parnanguara reside na Ilha, aproximadamente 30 mil pessoas. Berço de muitas tradições como o folclore (fandango) e a culinária (barreado), a ilha tem o registro mais antigo datado de 1.800 quando recebeu as primeiras moradias. 

No ano de 1930 foram construídas escolas e implantados serviços médicos. Atualmente a Ilha vive um momento de plena expansão, despertando a atenção para novos investimentos, afinal, a região não pára de crescer.




Capelinha em frente a Igreja Nossa
Senhora do Rocio.




Chafariz na Praça de Eventos 
"29 de Julho"



Algumas pessoas estranham a cara feia do chafariz na Praça de Eventos "29 de Julho", Paranaguá.  Primeiro, se for romano é Baco, se for grego é Dionísio e tenho certeza que é o Deus do Vinho!  O chafariz marca a inauguração da água encanada, em Paranaguá, no ano de 1914 e, primeiramente foi colocado no Campo Grande, frente a antiga Santa Casa de Misericórdia de Paranaguá, depois foi para os fundos da Igreja de Nossa Senhora do Rocio e, com a inauguração da Praça, foi levada para lá!
A obra é da Fundição Val Dosne, importante escultor francês, obra de outro escultor chamado Marthurin Moreau, só há 2 exemplares desta obra, um no Rio de Janeiro e o outro em Paranaguá.  No final do Século XIX, durante o Segundo Reinado (Dom Pedro II) centenas de obras, chafarizes, palanques, pontes, postes de iluminações foram comprados pelo Brasil, provavelmente por alguma fundição do Rio de Janeiro e, dela, repassados pelo Brasil, e Paranaguá acabou comprando alguns.
Que sorte, pena que não há responsabilidade pela preservação, pois uma das máscaras já foi roubada!
Espero ter explicado!

Fonte> professor Florindo Wistuba Júnior.
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Fonte da Camboa.






Estádio Gigante do Itiberê - Caranguejão.
Atual Rua XV de Novembro esquina com Rua Prof. Presciliano Correa, antiga Rua da Ordem. 
Em 1869, colorizada, cartão postal.
Arquivo do Instituto Histórico
e Geográfico de Paranaguá.


Pinturas na parede: Principais pontos turísticos deParanaguá. Local: Prédio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina "Engº Dr. Luiz Antônio
Amatuzzi de Pinho. 

Na parte superior da imagem está a Ilha dos Valadares, na parte inferior está o Estádio Gigante do Itiberê.
Vista aérea de Paranaguá


Rua Visconde de Nácar (antiga Rua Bela ou Boa Vista),
em 1897 - Procissão da imagem de Nossa Senhora do
Rocio. Foto histórica, numa rua importante, veja o
calçamento com as pedras chamadas de "pé de
moleque" e por causa da altura das calçadas havia
rampas ou degraus. 
Praça Fernando Amaro
Por Christiam Barbosa: Arte da Terra...

O Clube Literário de Paranaguá foi fundado em 09 de agosto de 1872, por Francisco José Machado da Silva e outros intelectuais. O clube teve várias sedes, até chegar a atual erguida em 1930, onde instalou-se após ter sido devastado por incêndio e, graças aos esforços desmedidos de seus sócios recuperou-se permanecendo até hoje. Concentrou os mais luxuosos e concorridos bailes da aristocracia local, sendo a sociedade mais antiga do Paraná, constituído por 33 famílias de destaque da cidade. Por seus salões passaram personalidades importantes do império como D. Pedro II e Princesa Isabel. O prédio reforça a importância de Paranaguá como berço de muitos patrimônios.

Rio Itiberê








FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROCIO
-PADROEIRA DO ESTADO DO PARANÁ-




Dia da Padroeira: 15 de Novembro
Uma das mais tradicionais festas religiosas do estado, a festa é uma homenagem ao dia de Nossa Senhora do Rocio (15 de novembro), Padroeira do Estado do Paraná. A programação religiosa da festa é composta por novenas, procissão marítima e motorizada, missa campal, e a gloriosa “procissão da festa da mãe do rocio” no dia 15 de novembro. Além da dimensão religiosa, durante todos os dias do evento acontecem shows artísticos na praça da fé, feira popular, área de gastronomia, parque de diversão e show pirotécnico.
Este ano a Festa será realizada no período de 02/11 à 17/11/2013.
Local: Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio.
Praça da Fé - Paranaguá-PR.
Realização: Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio.
Endereço: Praça da Fé, 211 - Rocio - Tel. (41) 3423-2020


                                                              
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IMAGENS DA FESTA DE 2012 

Procissão marítima


















Santuário Estadual Nossa Senhora do Rocio








PROCISSÃO - Imagens de 2010/2011/2012.
Trecho: Santuário do Rocio até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. 
- Centro de Paranaguá -

Santuário de Nossa Senhora do Rocio









Procissão em dia de chuva - muita fé.









PARANAGUÁ MOTOS – ENCONTRO INTERNACIONAL DE MOTOCICLISTAS
Programação do ano de 2012


Considerado o maior evento da região sul do país na sua modalidade. O encontro internacional de motociclistas tem como objetivo promover e estimular o turismo social através da integração e da confraternização dos motos clubes do brasil. O evento acontece ao ar livre numa vasta programação que inclui: recepção dos participantes, abertura oficial do evento, benção dos motociclistas, feira do artesanato, feira gastronômica, feira de produtos direcionados aos motociclistas, shows artísticos / culturais, shows com manobras radicais, shows no globo da morte, show pirotécnico, entre outros.

O 14º Encontro de motociclistas será realizado no período de 02/08 à 04/08/2013. 
Local: Praça de Eventos 29 de Julho.
Realização: Motoclube Robalos Rebeldes.
Tel. (41) 3423-4413 / 3423-4930


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MAPA PARA CHEGAR EM PARANAGUÁ

PARANÁ - BRASIL

PARANAGUÁ MOTOS




IMAGENS DE 2012



























Outros Eventos - 2013
17/07/2013 à 29/07/2013 - ANIVERSÁRIO DE PARANAGUÁ – 365 ANOS;
19/07/2013 à 28/07/2013 - XIX FESTA DA TAINHA - ILHA DO MEL;
28/09/2013 à 07/10/2013 - FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO PADROEIRA DE PARANAGUÁ;
06/10/2013 à 13/10/2013 - 9º CONGRESSO DE MISSÕES E EVANGELISMO.

Fonte> FUMTUR - FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TURISMO - PARANAGUÁ
Fones> (41) 3420-2940 - Fax: (41) 3420-2823

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MAIS IMAGENS DE PARANAGUÁ
Rua da Praia - Rio Itiberê
Rio Itiberê - Rua da Praia

Praça dos Leões 
Praça do Japão
Rua Pecego Júnior  
Rua João Estêvão 
Rua Cel. Antonio Bittencourt
Paranaguá-Paraná


Prefeitura Municipal de Paranaguá
Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA

Inaugurada em 29 de julho de 1986.
Revitalizada em homenagem à cidade-irmã de Awaji
Província de Hyogo, Japão.


Praça do Japão

Praça do Japão

Praça do Japão

Praça do Japão

Praça do Japão

Praça do Japão

Praça do Japão
Estádio Gigante do Itiberê - Caranguejão
Câmara Municipal de Paranaguá

Ginásio de Esportes Albertina Salmon
Estação Ferroviária de Paranaguá

Estação Ferroviária de Paranaguá
Estação Ferroviária de Paranaguá
Baía de Paranaguá - Porto D. Pedro II


Praça Rosa Andrade - Praça do Guincho
Antiga Alfândega

Hospital Regional
Ilha do Mel

Ilha do Mel
Mercado do Artesanato

Mercado do Café
Quiosque às margens do rio Itiberê
- Praça de Eventos
Centro de Paranaguá
Casarios históricos às margens do rio Itiberê.

Ponte de acesso à Ilha dos Valadares
Praça Eufrásio Correia - Praça dos Leões

Prédio da Prefeitura Municipal de Paranaguá - Palácio São José
Rio Itiberê
Prédio da Prefeitura Municipal de Paranaguá - Palácio São José




Terminal Rodoviário Municipal
Terminal Rodoviário Municipal


Feira da Lua - Praça Eufrásio Correia 
- Praça dos Leões -  Próximo à Prefeitura de Paranaguá - todas as terças-feiras, 
a partir das 17H.






































Essa foto foi publicada pelo Jornal diário do litoral e região, "Folha do Litoral", homenageando o município de Paranaguá, pelos seus 366 anos.
Data da publicação: 29 de julho de 2014.
Parabéns, Paranaguá!
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História de Paranaguá
"O berço da civilização paranaense"
Postado por Marcos Pereira
23 de Junho de 2013.

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4 comentários:

  1. Parabéns, um excelente trabalho sobre a história de Paranaguá. Infelizmente não ensinam nas escolas Parnanguaras a tal importância que a cidade realmente possui, acho isso uma falha no sistema educacional, ficando a critério de cada um a busca por tais informações. Isso proporciona um declive da cultura Parnanguara. Agradeço pelo seu trabalho.

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  2. Obrigada por me mostrar lugares tão lindos da cidade onde eu nasci e que infelizmente ainda não conheço pessoalmente. Tenho muita vontade de ir até o Santuário de Nossa Senhora do Rocio onde fui batizada e na de Nossa Senhora do Rosário onde foi o batismo do meu irmão. Agradeço imensamente pela alegria que proporcionou ao meu coração!! Logo estarei por ai..... e verei tudo isso pessoalmente. Obrigada!!!!

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  3. Muito bem !! Uma coletânea responsável dos valores de Paranaguá!! Sou de Curitiba, e minha mãe é parnanguara, e depois de me aposentar, mudei-me para cá, sempre maravilhado com as maravilhas históricas daqui!! Pena que o descaso pelas autoridades responsáveis, e pior, com o do próprio parnaguara, dos valores históricos inestimáveis, que se deterioram vitimas do tempo... Parabéns, seu trabalho é muitíssimo importante..

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  4. Não existe um mapa das Ilhas Europinha e Eufrasina para localização na Baía de Paranaguá?

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